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cancer de prostata

Câncer de Próstata

Descubra tudo sobre o câncer de próstata: sintomas, diagnóstico precoce, opções de tratamento e prevenção. Conheça a Dra. Carolina Figurelli, especialista em urologia, que oferece cuidados personalizados e tratamentos avançados para sua saúde prostática. Leia mais abaixo e agende sua consulta!

Câncer de Próstata em Porto Alegre — Diagnóstico, Tratamento e Prevenção

Por Dra. Carolina Figurelli — Urologista em Porto Alegre, especialista em cirurgia robótica e tratamento do câncer urológico.

Introdução

O câncer de próstata é o segundo tumor maligno mais comum entre homens no Brasil, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. Apesar de ser uma doença grave, quando diagnosticado precocemente, as chances de cura ultrapassam 90%. Por isso, entender os sintomas, conhecer os exames preventivos e procurar um urologista especialista faz toda a diferença.

Neste artigo você vai entender o que é o câncer de próstata, quais sintomas observar, como é o diagnóstico moderno (incluindo PSA, ressonância multiparamétrica e biópsia), as opções de tratamento — desde a vigilância ativa até a cirurgia robótica — e como agendar uma avaliação com a Dra. Carolina Figurelli em Porto Alegre.

O que é o câncer de próstata?

 

A próstata é uma glândula do tamanho aproximado de uma noz, localizada abaixo da bexiga, responsável por produzir parte do líquido seminal. O câncer de próstata ocorre quando células dessa glândula começam a se multiplicar de forma descontrolada, formando um tumor.

 

A maioria dos casos é de adenocarcinoma de próstata, um tipo de tumor que tende a crescer de forma lenta. Por isso, muitos homens podem viver anos com a doença sem sintomas — o que torna o rastreamento preventivo essencial após os 50 anos (ou 45 se houver histórico familiar).

 

Você sabia? Um em cada nove homens será diagnosticado com câncer de próstata ao longo da vida (INCA, 2023).

Fatores de risco — quem deve se preocupar?

Os principais fatores associados ao câncer de próstata são:

  • Idade acima de 50 anos — risco aumenta progressivamente

  • Histórico familiar — pai, irmão ou tio com câncer de próstata dobra o risco

  • Etnia — homens negros têm risco até 60% maior

  • Obesidade e sedentarismo — associados a tumores mais agressivos

  • Dieta rica em gorduras saturadas e baixa em vegetais

  • Tabagismo — associado a maior mortalidade

Se você se encaixa em um ou mais desses fatores, conversar com um urologista sobre quando iniciar o rastreamento é o passo mais importante.

Sintomas do câncer de próstata

Um ponto crítico: o câncer de próstata em fase inicial geralmente não causa nenhum sintoma. Os sintomas abaixo costumam aparecer em fases mais avançadas:

  • Dificuldade ou demora para iniciar a micção

  • Jato urinário fraco ou interrompido

  • Urgência e aumento da frequência urinária (especialmente à noite)

  • Sensação de não conseguir esvaziar a bexiga

  • Sangue na urina ou no sêmen

  • Dor pélvica ou lombar persistente

  • Disfunção erétil de início recente

Importante: muitos desses sintomas são compartilhados com a hiperplasia prostática benigna (HPB) — uma condição não cancerígena. A única forma de saber a causa exata é com avaliação médica.

Quando procurar um urologista?

 

Você deve marcar uma consulta com urologista se:

  1. Você tem mais de 50 anos (45 com histórico familiar) e nunca fez avaliação prostática

  2. Apresenta qualquer um dos sintomas urinários acima persistente por mais de 2 semanas

  3. Seu exame de PSA veio alterado em check-up recente

  4. Tem histórico familiar de câncer urológico

  5. Está com sangue na urina ou no sêmen — sempre procure atendimento

Veja também: 5 sinais de alerta para procurar um urologista »

 

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico moderno do câncer de próstata combina vários exames complementares:

1. Exame de PSA (Antígeno Prostático Específico)

Exame de sangue que mede uma proteína produzida pela próstata. Valores acima de 4 ng/mL geralmente exigem investigação adicional, embora o limiar varie por idade e contexto clínico.

Saiba mais: PSA alto sempre significa câncer de próstata? »

 

2. Exame de toque retal

Avalia o tamanho, a textura e a presença de nódulos na próstata. Apesar de simples, continua sendo essencial mesmo em pacientes com PSA normal.

 

3. Ressonância magnética multiparamétrica (mpRM)

Exame de imagem moderno que avalia áreas suspeitas antes da biópsia. Permite biópsias direcionadas, mais precisas e menos invasivas.

4. Biópsia da próstata

Confirma o diagnóstico. Hoje, prefere-se a biópsia por fusão de imagem (RM + ultrassom transretal), que aumenta a precisão.

 

5. Estadiamento (TC, cintilografia óssea, PET-PSMA)

Após a confirmação, esses exames avaliam se o câncer se espalhou para outras regiões.

Tipos e classificação do tumor

A agressividade do câncer de próstata é classificada principalmente pelo escore de Gleason (de 6 a 10) — quanto maior, mais agressivo o tumor. Combinado com o nível de PSA e a extensão da doença, ele define o grupo de risco, que orienta a escolha do tratamento.

Os 5 grupos de risco são:

 

🟢 Grupo Muito Baixo

  • PSA: menor que 10 ng/mL

  • Gleason: 6

  • Tumor: limitado a uma pequena área da próstata

  • Conduta típica: vigilância ativa

 

🟢 Grupo Baixo

  • PSA: menor que 10 ng/mL

  • Gleason: 6

  • Tumor: presente em mais regiões, mas confinado à próstata

  • Conduta típica: vigilância ativa ou tratamento conservador

 

🟡 Grupo Intermediário

  • PSA: entre 10 e 20 ng/mL ou Gleason 7

  • Tumor: confinado à próstata

  • Conduta típica: cirurgia ou radioterapia (com ou sem bloqueio hormonal)

 

🟠 Grupo Alto

  • PSA: maior que 20 ng/mL ou Gleason 8 ou mais

  • Tumor: pode estar avançando além da cápsula prostática

  • Conduta típica: tratamento combinado (cirurgia/radio + hormônio)

 

🔴 Grupo Muito Alto

  • Múltiplos fatores de alto risco combinados

  • Tumor: avançado, pode envolver órgãos vizinhos

  • Conduta típica: tratamento multimodal (cirurgia + radio + bloqueio hormonal + terapia sistêmica)

Essa classificação define qual tratamento é o mais apropriado — desde apenas observar (em casos muito baixos) até combinações de cirurgia, radioterapia e tratamento hormonal.

 

Tratamentos disponíveis

O tratamento depende do estadiamento, da idade, das comorbidades e das preferências do paciente:

Vigilância ativa

 

Em tumores muito baixos/baixos, pode-se acompanhar a evolução sem intervenção imediata, com PSA, exames de imagem e biópsias periódicas. Evita efeitos colaterais de tratamentos desnecessários.

Cirurgia robótica (Prostatectomia Radical Robótica)

 

Procedimento minimamente invasivo, com o robô Da Vinci ou similar, em que toda a próstata é removida. Vantagens:

  • Menor sangramento e dor pós-operatória

  • Recuperação mais rápida (alta em 24-48h)

  • Melhor preservação de nervos (potência sexual)

  • Maior precisão para preservar o esfíncter urinário (continência)

Saiba mais sobre cirurgia robótica em urologia »

Radioterapia

Pode ser externa (IMRT) ou interna (braquiterapia). Indicada em casos selecionados, especialmente quando a cirurgia traz risco maior.

 

Hormonioterapia (bloqueio hormonal)

Diminui a testosterona, hormônio que estimula o crescimento do tumor. Geralmente combinada com radioterapia em casos intermediários e altos.

 

Tratamento sistêmico (quimioterapia, imunoterapia, terapia-alvo)

Reservado para casos avançados ou metastáticos. Avanços recentes (como inibidores de PARP e PSMA-targeted therapies) ampliaram as opções.

 

Adaptar a seção de tratamento conforme o que a clínica oferece diretamente. Se houver foco em cirurgia robótica, dar mais destaque.

Prevenção e rastreamento

Embora não haja como prevenir completamente, hábitos saudáveis reduzem o risco:

  • Mantenha peso saudável e pratique atividade física regular

  • Adote dieta rica em vegetais, frutas, peixes e azeite (estilo mediterrâneo)

  • Reduza carnes vermelhas processadas e laticínios gordurosos

  • Não fume

  • Realize rastreamento periódico após os 50 anos (ou 45 com risco familiar)

Leia também: Prevenção do câncer de próstata »

 

Agende sua consulta com a Dra. Carolina Figurelli

 

A Dra. Carolina Figurelli é urologista em Porto Alegre com especialização em cirurgia robótica e tratamento do câncer urológico. Atende em consultório com acesso a exames complementares e equipes multidisciplinares.

 

📍 Local de atendimento: Porto Alegre — RS
📞 Agende sua consulta: (51) 99835-6564
💼 Convênios atendidos: Unimed e Particular - para outros convênios, entrar em contato.

 

Conheça mais sobre a Dra. Carolina Figurelli »

 

Perguntas frequentes (FAQ)

Câncer de próstata tem cura?

 

Sim. Quando diagnosticado em estágio inicial (tumor limitado à próstata), as taxas de cura ultrapassam 90% com tratamento adequado. O diagnóstico precoce é o fator mais importante.

 

O exame de PSA alto significa câncer?

 

Não necessariamente. O PSA pode estar elevado por causas benignas, como hiperplasia prostática benigna, prostatite ou após relação sexual. Apenas o urologista pode investigar a causa.

 

Qual a idade para começar a fazer o exame de próstata?

 

A recomendação geral é a partir dos 50 anos. Homens com histórico familiar de câncer de próstata, ou negros (etnia de maior risco), devem começar aos 45 anos.

 

Toque retal ainda é necessário?

 

Sim. Mesmo com PSA normal, o toque retal pode identificar nódulos suspeitos. É um exame rápido, indolor e essencial.

 

Cirurgia robótica é melhor que a cirurgia aberta?

 

A cirurgia robótica oferece vantagens em recuperação, controle da dor e preservação de função, mas a indicação depende do caso. A Dra. Carolina conversa com cada paciente sobre a melhor abordagem.

 

Quanto tempo leva pra recuperar da cirurgia de próstata?

 

A maioria dos pacientes recebe alta em 24-48h após cirurgia robótica. O retorno completo às atividades normais leva cerca de 4-6 semanas.

 

O tratamento causa impotência sexual?

 

Pode causar, dependendo do tipo de cirurgia/tratamento e da extensão do tumor. Técnicas modernas, como a cirurgia robótica com preservação de nervos, reduzem esse risco. A Dra. Carolina explica os riscos individualmente.

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